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Remoção sem rastros

Na hora de remover o vinil autoadesivo, produtos e métodos certos não deixam vestígios de cola

Remoção sem rastros

Na hora de remover o vinil autoadesivo, produtos e métodos certos não deixam vestígios de cola

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Remoção de vinil autoadesivo com ajuda de removedor cítrico

Por: Redação

A remoção de um vinil autoadesivo, certamente, não é um trabalho que empolga os profissionais de comunicação visual. É uma tarefa trabalhosa e que deixa muita gente em apuros quando o vinil começa a rasgar e a deixar camadas de cola sobre a superfície aplicada. Mas, muitas vezes, depois de aplicado, o vinil perde a sua função e precisa ser descartado. Ou, então, tem a sua durabilidade vencida e precisa ser substituído por um novo.

Para não gastar tanto tempo com a remoção e para não tornar o trabalho ainda mais difícil, existem produtos e ferramentas para serem usados e cuidados que podem ser tomados para agilizar a remoção do adesivo de qualquer superfície.

Ferramentas

Para ajudar a remover um vinil aplicado, nada melhor do que utilizar uma espátula plástica – a mesma empregada, muitas vezes, na aplicação do vinil. Com ela, é possível raspar o adesivo da superfície em que está colado, sem riscos de danificar essa superfície. Conforme o local onde o vinil está aplicado, é possível usar uma raspadeira de teflon.

Outra ferramenta muito usada é o soprador térmico. É uma espécie de secador, de alta temperatura, que emite ar quente e amolece o adesivo. Também é usado, muitas vezes, na aplicação do adesivo, sobretudo sobre superfícies mais difíceis, com curvas e irregularidades.

Lembre-se sempre de puxar o vinil em ângulos pequenos, para evitar que rasgue. Retire-o, também, de maneira uniforme. Puxões muito bruscos certamente geram maior risco de o vinil rasgar.

Removedores para facilitar o trabalho

Existem removedores de adesivos desenvolvidos especialmente para facilitar esse trabalho. A película adesiva é levemente puxada e o produto é aplicado, por meio de spray, a medida que o adesivo é retirado.

A maior parte desses removedores são biodegradáveis e não causam dano nenhum à saúde do profissional e à superfície em que são aplicados. Alguns deles, inclusive, são feitos a partir de frutas cítricas – baseados em uma substância típica dessas frutas, o delimoneno.

Solventes: alta capacidade de remoção, mas com riscos à saúde

Nos casos em que sobram partes do adesivo, quando somente a parte superficial da película consegue ser arrancada, apela-se para produtos solventes. Quase todos os solventes para remoção de adesivos são danosos à saúde e ao ambiente. Por isso, quando tiver que recorrer a eles, utilize material de proteção.

Quando os solventes são aplicados sobre o vinil autoadesivo, este reage e é transformado em uma espécie de pasta. Basta, então, retirá-lo com um pincel ou rodo, sem grandes esforços físicos.

Além dos riscos à saúde e ao ambiente, outro problema causado pelo solvente é o risco de ele reagir com a superfície em que o vinil está aplicado. Em veículos, por exemplo, ele pode causar danos à pintura – principalmente se o veículo tiver sido repintado.

Remoção com força total

Outra técnica bastante agressiva usada na remoção de vinil autoadesivo é a abrasão. Ela é feita por meio de uma furadeira com uma roda abrasiva, usada para desgastar a película até sua remoção total. Apesar de eficaz, o método é demorado: deve-se tomar muito cuidado para não fazer a abrasão sobre a peça, danificando-a. Por isso, é mais recomendado que esse método seja usado em aplicações pequenas.

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